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Outubro Rosa: vamos falar sobre câncer de mama no trabalho?

O câncer de mama é o tumor maligno que mais mata mulheres no Brasil e no mundo, depois do câncer de pele. Neste ano, o INCA (Instituto Nacional de Câncer) registrou a estimativa de que cerca de 59.700 novos casos tenham sido diagnosticados, sendo 56 casos a cada 100 mil mulheres.

Dos diagnósticos de câncer em mulheres, 25% dos casos são do câncer de mama.

Um estudo feito pelo Hospital do Câncer de Barretos revelou que nos últimos 14 anos, a taxa de mortalidade entre as mulheres caiu cerca de 42,85% em decorrência de diagnósticos precoces e exames preventivos, como a mamografia e o autoexame feito na mama.

No mês de outubro, a conscientização sobre os riscos e o combate ao câncer de mama deve ser discutida no ambiente de trabalho, afinal, o câncer não escolhe cor, idade ou cargo.

 

Ações sobre o outubro Rosa

Mesmo sendo um tabu no meio empresarial, homens e mulheres devem ser estimulados a participar das atividades alusivas ao mês, permitindo que os colaboradores estejam preparados para auxiliar uns aos outros.

Algumas ações podem ser adotadas para incentivar a participação dos funcionários:

– Faça o dia Rosa com a sua equipe, onde todos possam participar vestindo algo rosa;

– Distribua materiais de orientação e conscientização;

– Faça uma decoração com o tema do mês no ambiente de trabalho;

– Promova palestras motivacionais com médicos, psicólogos e mulheres que venceram a doença;

– Estimule a realização de trabalhos voluntários com organizações que combatem e previnem o câncer;

– Incentive a prática de exercícios físicos e ginástica laboral;

– Estimule a realização de exames preventivos entre as colaboradoras;

– Abra um espaço para o diálogo entre os colaboradores;

 

Benefícios para a sua empresa

A campanha deve ser adotada por meio dos RHs das empresas, conscientizando os funcionários a se informarem e adotarem ações preventivas, proporcionando grandes benefícios para a equipe:

– Gerando mais engajamento entre o grupo;

– Reduzindo os níveis de estresse no trabalho;

– Aproximando as pessoas através da empatia;

– Humanizando as ações tomadas pelos gestores;

– Estimulando o autocuidado entre os funcionários.

 

A prevenção é o melhor remédio

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados apenas adotando hábitos saudáveis como a prática de exercícios físicos e uma alimentação balanceada.

Mulheres de todas as idades podem realizar o autoexame uma vez por mês fora do período menstrual. Qualquer alteração perceptível nas mamas pode ser um indicativo de problemas graves, por isso, procure um médico.

A mamografia é obrigatória após os 40 anos de idade, e através dela é possível detectar nódulos imperceptíveis, que não podem ser identificados no autoexame.

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Psicologia Organizacional e Positiva

Ser feliz no ambiente de trabalho e na profissão que se exerce impacta diretamente na qualidade da vida pessoal. Uma pesquisa feita pela Gallup indica que 85% das pessoas no mundo se sentem desengajadas ou insatisfeitas em seu local de trabalho.

Neste cenário, a psicologia organizacional surgiu para auxiliar as empresas da atualidade a promover o bem-estar dos funcionários no local de trabalho.

 

O que é psicologia organizacional

A psicologia organizacional estuda o comportamento dos funcionários e os fenômenos psicológicos que acontecem em uma empresa, além do impacto destes comportamentos no ambiente organizacional.

Tem como objetivo garantir a qualidade de vida dos colaboradores através de um bom clima organizacional contribuindo com condições favoráveis de trabalho, desenvolvimento de profissionais e a relação harmônica entre eles.

Está inserida em todos os processos que envolvem um ambiente favorável para o indivíduo e a empresa.

 

Áreas de atuação

Ligada à gestão de pessoas, a psicologia organizacional pode estar presente em diversos setores do organograma de uma empresa. Esta área possui atividades, como:

Recrutamento e Seleção: para encontrar profissionais que se encaixem no perfil da empresa.

Treinamento e Desenvolvimento: manter os profissionais novos e antigos em dia com treinamentos.

Clima organizacional: medir a motivação dos funcionários pode auxiliar na mudança de pontos que não estão ajudando.

Gestão de conflitos: um ambiente pacífico e harmonioso garante um clima amigável entre os funcionários.

Análise do plano de cargos e salários: a possibilidade de crescimento dentro da empresa serve como uma grande motivação e deve ser analisada pela área da psicologia.

Diagnóstico organizacional: essencial para medir os pontos positivos e negativos da empresa visando melhorar nos próximos anos.

 

A importância da psicologia no trabalho

Um ambiente equilibrado faz com que a equipe resolva possíveis conflitos e desafios de maneira tranquila. A psicologia organizacional é essencial para entender o comportamento das pessoas no ambiente em que estão inseridas. Deve proporcionar boas condições de convivência que favoreçam o desempenho positivo de qualquer funcionário permitindo que o mesmo seja ouvido.

A qualidade no ambiente de trabalho envolve respeito aos horários de pausa, segurança, comunicação, respeito mútuo, boa relação com a gestão, ética profissional e uma série de outros fatores. Esse conjunto de elementos faz com que o rendimento dos funcionários seja positivo.

Contribui para a prevenção de acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, insatisfação e mal-estar no trabalho.

 

Aplicação da Psicologia Organizacional

O psicólogo empresarial avalia a empresa, o ambiente em que está inserida e as equipes que fazem parte da organização. Auxilia no diagnóstico das principais falhas e problemas que o ambiente possui implementando as soluções mais eficazes.

Através disso, é possível promover ações que motivem funcionários individual e coletivamente, melhorando o clima organizacional.

A empresa pode aplicar a psicologia organizacional internamente, através de um psicólogo que faz parte da equipe e lida com seus colaboradores diariamente ou externamente, com a consultoria de um psicólogo durante uma crise ou para evita-la.

 

Psicologia Positiva como solução

Conhecida também como Psicologia da Felicidade, tem como objetivo o estudo das emoções, traços individuais, das relações e instituições positivas. Propõe a identificação com o que nos torna realmente felizes e não apenas um pensamento otimista.

A psicologia positiva pode ser aplicada na gestão de pessoas abordando temas como relacionamentos positivos, engajamento, sentido na vida e otimismo, práticas capazes de contribuir para a ressignificação do indivíduo no trabalho.

 

Saúde mental e como ser feliz no trabalho

A saúde mental dos trabalhadores sempre foi colocada em segundo plano nos ambientes organizacionais, mas atualmente tem preocupado muitos setores. O local que deveria oferecer condições para o desenvolvimento das pessoas causa infelicidade gerando um aumento significativo de doenças mentais.

A saúde mental no trabalho tem seguido uma tendência mundial, causando um impacto negativo e severo nas vidas de muitos trabalhadores.

No passado, as doenças físicas eram o principal fator para o afastamento do colaborador, enquanto no cenário atual os casos de depressão são os que mais incapacitam profissionais.

 

Fatores de risco

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca alguns dos principais fatores que causam riscos a saúde psíquica no local de trabalho:

– Assédio e bullying;

– Políticas inadequadas de saúde e segurança ou a falta delas;

– Má gestão e falta de comunicação entre as equipes;

– Falta de participação na tomada de decisões;

– Longas jornadas de trabalho com horários inflexíveis;

– Responsabilidade inadequada à capacidade do funcionário;

– Risco de desemprego.

 

Depressão e ansiedade no trabalho

Mais de 300 milhões de pessoas sofrem de depressão no mundo e cerca de 11 milhões destes casos estão no Brasil. Dados da Previdência Social indicam que a doença é responsável pelo afastamento do trabalho de mais de 75 mil brasileiros.

Em uma pesquisa feita pelo livro “É impossível se reinventar e integrar a vida pessoal e profissional” os índices de adoecimento mental no trabalho indicam que 90% das pessoas estão infelizes em seus empregos, 36,52% estão insatisfeitas com as atividades que desempenham e 64,24% desejam fazer algo diferente para alcançar felicidade.

A depressão e a ansiedade indicam uma perda de US$ 1 trilhão em produtividade por ano.

A OMS indica que o Brasil é o país mais ansioso do mundo, onde cerca de 9,3% da população sofre com transtorno de ansiedade e seu caráter epidêmico está ligado ao local de trabalho.

Os tipos mais encontrados de ansiedade são:

– Transtorno de Ansiedade Generalizada (TGA) – estado marcado pela preocupação constante e exagerada com situações das esferas sociais.

– Síndrome do Pensamento Acelerado: causada pela exposição excessiva a grandes quantidades de atividades e uso compulsivo de computadores e celulares.

Ambientes de trabalho ameaçadores, estressantes e repletos de incertezas prejudicam a saúde do trabalhador e desenvolvem transtornos mentais.

 

Mantendo a saúde mental no trabalho

O salário ou cargo elevado não compensam o desgaste físico e psicológico causados na vida dos funcionários, por isso, grandes empresas têm optado por construir um ambiente saudável e positivo para promover o equilíbrio emocional de seus colaboradores.

Através do desenvolvendo práticas e políticas que reduzem os fatores de risco, criação de aspectos positivos e valorização dos funcionários é possível contribuir para a saúde física e mental de cada um.

Momentos de descanso, atividades físicas e ginástica laboral são algumas ações simples que também causam grandes benefícios mentais, capazes de prevenir o aparecimento de sintomas de depressão e garantir o bem-estar.

Uma dica valiosa para quem está sobrecarregado é respeitar seu momento de descanso. Não deixe os problemas que acontecem na empresa afetem a sua vida pessoal.

O equilíbrio entre a qualidade de vida pessoal e profissional impacta diretamente em sua produtividade.

Quem não sonha com um emprego no qual pensar nele não cause a sensação de obrigação ou mal estar?

A importância da retenção de talentos

O mercado de trabalho está cada vez mais concorrido e os profissionais da atualidade não se contentam em permanecer apenas em sua área, mas investem em capacitação para se tornarem cada vez mais versáteis, em busca de oportunidades melhores.

Neste cenário, a troca frequente de emprego tem crescido no meio profissional, o que leva as empresas a terem uma maior rotatividade de profissionais capacitados.

Investir em práticas e políticas para manter os colaboradores na organização pode ajudar a diminuir a taxa de turnover e garantir os melhores profissionais em sua equipe.

Para que isso aconteça, a retenção de talentos aparece como uma estratégia que visa a permanência dos colaboradores a longo prazo na empresa, evitando perdê-los para a concorrência.

 

O ambiente

A retenção de talentos está diretamente ligada a qualidade de vida do funcionário dentro da empresa. Um ambiente hostil, sobrecarregado de tarefas, com falta de comunicação por parte da gestão e que desmotive os trabalhadores são alguns dos fatores que podem levá-los a se demitirem.

Alguns fatores devem ser notados:

– O comportamento de seus funcionários;

– A demanda de trabalho estar sobrecarregando o colaborador;

– Se a cultura de trabalho é motivadora;

– Se a empresa está oferecendo o treinamento específico para o trabalhador;

– Se existe abertura para diálogo, expressar ideias e receber feedback.

A desatenção com os funcionários pode gerar frustração.

 

Práticas

Algumas práticas de valorização podem ser implementadas na política da empresa, como a oportunidade de crescimento e desenvolvimento profissional, o incentivo à capacitação dos colaboradores e a motivação para alcançarem novas metas.

Separamos algumas dicas para que você possa criar o seu plano de retenção de talentos:

– Crie um plano de carreiras: através dele, o colaborador pode visualizar suas possíveis oportunidades dentro da empresa e almejar o crescimento profissional.

– Estabeleça uma política de contratação: auxiliando na adaptação do novo colaborador, fazendo com que ele esteja em sintonia com a forma de trabalho da empresa.

– Desenvolva talentos: crie um ambiente de trabalho que faça seu funcionário se sentir uma parte importante da empresa.

– Comunicação aberta e honesta: nada melhor do que trabalhar em um local onde há comunicação entre as pessoas e uma relação transparente entre colaboradores e gestores.

– Oportunize o crescimento: desenvolva seus colaboradores, motive-os para que cresçam e tenham sucesso. Ofereça oportunidades de aprendizado.

 

Proporcionar um ambiente organizacional saudável é interessante para os colaboradores. Não deixe de adotar estas práticas para que sua empresa possa ter um time coeso, com a participação dos melhores profissionais. Consulte o culture code de outras empresas para se inspirar.

 

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Culture code e o impacto na identidade da sua empresa

O culture code é um termo pouco usado pelo ambiente corporativo, mas pode ser um grande aliado para aumentar a identificação de colaboradores com uma empresa, potencializando seus resultados. Quando adotado da forma correta, beneficia os processos internos permitindo que metas e objetivos de uma empresa sejam alcançados.

A identidade de uma empresa é o que a diferencia no mercado, definindo como a companhia passa a ser vista tanto por seus colaboradores, como por outras empresas ou clientes.

 

O que é culture code

O conjunto de práticas e princípios que orientam a atuação dos funcionários e definem a identidade de uma empresa, como ela funciona, o que valoriza e acredita.

Ajuda a atrair novos talentos que se identificam com o perfil da empresa e compartilham seus valores, mostrando a clientes e funcionários o que podem esperar dela, sendo uma garantia de proximidade e transparência.

 

Culture code e cultura organizacional

A cultura organizacional compõe a missão, visão e valores que determinam o comportamento institucional de uma empresa. O culture code é o documento que formaliza estes comportamentos de forma escrita, documentada e mais completa.

Em uma seleção, ao conhecer o culture code da empresa, o colaborador antes mesmo da contratação pode identificar se possui e acredita nos mesmos valores e propósitos da organização.

Isto é importante para que ele tenha mais facilidade para desenvolver todo o seu potencial, fazendo um trabalho mais eficiente e sendo mais feliz no ambiente de trabalho.

 

Benefícios

Funcionários que conhecem as diretrizes e objetivos da empresa tendem a contribuir para o seu desenvolvimento. O culture code vem como um instrumento que fortalece a cultura da organização, fazendo com que ela se torne um diferencial no mercado, a partir de um time coeso e harmonioso que compartilha dos mesmos princípios. Ele é capaz de unir as equipes permitindo uma interação maior, que motiva os colaboradores.

 

Como aderir

Por mais difícil ou utópico que possa parecer, elaborar um culture code é um processo possível e empresas como GOOGLE e NETFLIX que aderiram a esta iniciativa podem servir como inspiração.

Inicie definindo os principais valores e a visão da sua empresa, as informações mais importantes que a representam. O culture code pode ter qualquer tamanho. O da NETFLIX, por exemplo possui mais de quatro mil palavras, enquanto outros são menores, como o da empresa Clarabridge, que possui apenas três frases.

 

Dicas:

Crie um conteúdo simples, de fácil leitura;

Deixe o manual em um local acessível para que todos possam vê-lo;

Engaje a equipe para que siga os valores da empresa;

Disponibilize para clientes internos e externos.

 

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Contratação CLT ou PJ? Veja quais as diferenças de contrato

O mercado de trabalho está em constante transformação, se tonando mais flexível, principalmente no ramo da comunicação, marketing digital, criação, desenvolvimento e tecnologia. Estas segmentações profissionais permitem trabalhos home office, com horários ajustados e foco em projetos específicos e tem sido mais procuradas por graduandos.

Frequentemente, as ofertas de trabalho permitem a escolha entre os formatos de contratação CLT e PJ. Após a Reforma Trabalhista de 2017, o mercado nacional tem buscado se adequar as necessidades das empresas e dos funcionários, facilitando a relação entre eles.

CLT e PJ

As contratações CLT (Consolidação das Leis de Trabalho) e PJ (Pessoa Jurídica) são as formas mais comuns que podem ser ofertadas de acordo com a necessidade da empresa e perfil do candidato.

O regime CLT se refere ao trabalhador que é registrado em carteira assinada pelo empregador, cumprindo uma rotina fixa, tendo salário e função especificados. Esta contratação oferece direitos para o colaborador como trinta dias de férias após um ano de trabalho, 13º salário, licença maternidade, entre outros. Assegura o trabalhador sobre remuneração e vantagens. Porém possui os descontos de INSS e FGTS, fazendo com que o salário recebido não seja o mesmo combinado.

A contratação PJ designa uma prestação de serviços do profissional que não tem vínculo direto com a empresa contratante, tendo em vista um cronograma de início e término da atividade. O salário combinado é pago sem descontos ou contribuições sindicas e o profissional não tem um horário específico a ser cumprido o que lhe oferece mais liberdade. O regime oferece a oportunidade de trabalho remoto para mais de uma organização.  O empregador deve emitir notas fiscais pelos serviços prestados. Benefícios não são oferecidos ao profissional que tem que arcar com custos extra.

 

Conclusão

Cada empresa tem uma política de trabalho e um objetivo a ser alcançado na contratação de um novo colaborador. O ideal é conhecer o que ela pode oferecer antes de optar por um regime de contrato, medindo os prós e contras que cada um oferece, pois não existe um padrão a ser seguido.

Essa decisão depende muito das expectativas que o contratante e o contratado tem um em relação ao outro, além do que ambos podem oferecer.

Analisar as possibilidades pode sanar as principais dúvidas sobre o que o funcionário deve cumprir e o que a empresa está disposta a oferecer evitando problemas futuros. É essencial que tanto o contratante como o empregado estejam cientes das leis trabalhistas que regem os vínculos.

 

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Discriminação de gênero em vagas de emprego

Anúncios de vagas de emprego costumam especificar algumas características ditas como essenciais para a função e a empresa contratante. Com frequência encontramos vagas que já estão direcionadas a um público específico e até mesmo profissionais competentes deixam de ser selecionados por não preencher aos requisitos.

Provavelmente, você deve ter lido algo do tipo: “Vagas somente para homens”, “Contrata-se vendedoras acima de 25 anos”, “Supervisor de vendas – currículo com foto” ou “Empregada doméstica sem filhos”.

Muitas vezes, as empresas ao contratarem uma assessoria de RH destacam atribuições para pré-selecionar um determinado perfil.

De acordo com a Constituição Federal, esses requisitos em anúncios são ilegais e suscetíveis a processos judiciais. São consideradas discriminação:

  • Ao sexo (art. 5º, inciso I e art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • À cor (art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • À origem – estrangeiros (caput do art. 5º, da CF-88)
  • À idade – (art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • À religião – (art. 5º, inciso VIII, da CF-88)
  • Violação à intimidade e à vida privada – normalmente nas entrevistas (art. 5º, inciso X, da CF-88)
  • Estado Civil – (art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • Admissão de trabalhador portador de deficiência (art. 7º, inciso XXXI, da CF-88)
  • Ao trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos (art. 7º, inciso XXXII, da CF-88)
  • À sindicalizados (art. 5º, incisos XIII, XVII, XX e XLI, da CF-88).
  • À opção sexual (art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • À raça (art. 3º, inciso IV, da CF-88)

A empresa tem a possibilidade de contratar o profissional que atenda aos critérios técnicos que a função exige, desde que a seleção e o recrutamento não sejam discriminatórios.

 

Discriminação em cargos de liderança

Um dos setores onde mais ocorre discriminação por sexo é o corporativo. Dificilmente encontramos mulheres ocupando posições de destaque neste ramo. Os recrutadores dão preferência para homens em cargos de presidência, alegando que as mulheres com uma certa idade deixarão a carreira em segundo plano em decorrência de família e filhos.

No setor da engenharia, a participação feminina é baixa e raramente em cargos de gestão, o que ocasiona a desistência de muitas estudantes no ramo por falta de representatividade.

Cargos de chefia associados à homens altos, magros e brancos já não fazem mais parte da realidade de muitas empresas.

Oferecer chances iguais de desenvolvimento profissional para ambos os sexos deveria ser um critério essencial.

Estudos revelam que companhias com mais diversidade tendem a ser inovadoras e apresentam resultados financeiros melhores.

O ambiente de trabalho deve se tornar inclusivo na prática, começando pela liderança empresarial.

 

Comparação entre os sexos

Uma pesquisa feita pelo LinkedIn em parceria com a Bain & Company revelou que as mulheres são:

» 1,7 vez mais propensas a não ser consideradas para uma oportunidade porque são vistas como não flexíveis ou com baixo comprometimento

» 1,6 vez mais propensas a receber remuneração menor do que os homens em posições semelhantes

» 1,5 vez mais propensas a não ser consideradas para uma posição/oportunidade por conta de diferenças no estilo de liderança ou de relacionamento interpessoal

 

Conclusão

É muito importante que os contratantes estejam atentos as leis antes de divulgar uma oportunidade de trabalho, pois além de perder oportunidades de contratar bons profissionais as empresas ainda podem sofrer processos por discriminação.

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A criminalização da homofobia no ambiente de trabalho

Combater a homofobia no ambiente de trabalho é um grande desafio para os gestores, principalmente por existir uma cultura que trata o assunto como brincadeira, sem a preocupação do impacto negativo que tais ofensas podem causar aos colaboradores e a produtividade da empresa.

O ambiente de trabalho é o lugar onde passamos grande parte do dia e até mesmo da vida. Ter um ambiente saudável e de respeito às diferenças é o mínimo a ser oferecido ao colaborador, pois é no ambiente de trabalho que convivemos com os mais variados tipos de pessoas, e o mesmo deve oferecer segurança para que cada um possa desempenhar sua função da melhor forma possível.

Com frequência, encontramos ou vivenciamos relatos de pessoas que são discriminadas, injuriadas e oprimidas por colegas ou até mesmo empregadores que não sabem conviver com as particularidades do outro.

A Constituição Federal, defende a promoção do bem de todos sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Um dos grupos minoritários que sofre com a discriminação em ambientes corporativos é o público LGBTI+.

Segundo o Center For Talent Innovation, 61% dos colaboradores LGBTI+ escondem sua sexualidade ou identidade de gênero no ambiente de trabalho. Muitas pessoas não revelam sua opção sexual na entrevista por medo de rejeição de um recrutador preconceituoso.


Criminalização da Homofobia


No Brasil, o Supremo Tribunal Federal decidiu no dia 13/06 permitir a criminalização da homofobia e da transfobia na lei dos crimes de racismo até que o Congresso aprove uma norma específica.

Conforme a decisão da Corte:

  • “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito” em razão da orientação sexual da pessoa poderá ser considerado crime;
  • a pena será de um a três anos, além de multa;
  • se houver divulgação ampla de ato homofóbico em meios de comunicação, como publicação em rede social, a pena será de dois a cinco anos, além de multa;
  • a aplicação da pena de racismo valerá até o Congresso Nacional aprovar uma lei sobre o tema.

 

A Lei nº 7.716, que criminaliza o racismo, define os crimes resultantes de preconceito de raça ou cor. De acordo com a corrente majoritária, a homofobia e a transfobia devem ser enquadradas no artigo nº 20, que prevê pena de prisão para quem praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

 

Um levantamento feito pela Out Now Consulting, no Brasil, revelou como a população LGBTI+ se sente no ambiente de trabalho. Os dados de 2016 apontam que cerca de 9,5 milhões de brasileiros fazem parte deste grupo.
– 25% dos entrevistados já foram assediados no trabalho por causa de sua orientação sexual;
– 36% conseguem assumir sua condição com os colegas de trabalho, enquanto, 19% dizem que não é possível revelar sua sexualidade para todos na empresa.
– 1,2 milhões de brasileiros LGBTI+ não puderam consumir algum produto ou serviço por preconceito do vendedor ou fornecedor.

 

Ações para combater a homofobia no ambiente de trabalho


Os processos seletivos são a porta de entrada para que o trabalhador conheça os valores e a política da empresa. Já no início, ele deve se sentir confortável para ser quem é no local de trabalho.

  1. Para combater a homofobia no ambiente de trabalho, é necessário promover dentro dos ambientes corporativos um clima respeitoso e inclusivo para que os colaboradores possam desempenhar suas tarefas de maneira segura, longe de constrangimentos. Viver em um local amigável impacta diretamente no desempenho e produtividade das equipes.
  1. O colaborador deve ter em seu empregador alguém de confiança, que defenda seus direitos e que tenha livre acesso para recorrer a ele em situações de discriminação, independente do teor da mesma.
  1. Ações de comunicação e a promoção de diálogos que explicitam o posicionamento da empresa a favor da diversidade contribuem muito para a construção de um ambiente saudável.

 

Além disso existem ações simples que certamente vão reduzir os casos de homofobia nas empresas:

  • acolher e fortalecer os colaboradores que se isolam do grupo por ter comportamento diferente do padrão.
  • promover um debate franco sobre a necessidade do respeito as diferentes orientações sexuais.
  • reprimir ou impedir os comentários preconceituosos entre os colaboradores.
  • O gestor deve dar opinião sobre o tema apenas no final das discussões.
  • apresentar aos colaboradores dados e pesquisas socioculturais sempre que possível.
  • propor atividades que favoreçam a participação dos mais tímidos.
  • manter a discussão genérica, sem se intrometer na intimidade.
  • convidar os colaboradores, sempre que possível, a participar de um bate-papo sobre homofobia e diversidade sexual no ambiente de trabalho.

Ainda há muito a fazer, as empresas estão dando os primeiros passos acerca da homofobia. O importante é promover ações inclusivas que integrem a família e as empresas proporcionando um ambiente em que não existem diferenças e que o respeito sempre prevaleça.

 

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A importância de aprender inglês para sua carreira

Um cidadão global consegue se adaptar à diferentes lugares, culturas e costumes do mundo além de ter facilidade para se comunicar e interagir com pessoas de diversos países.
Aprender um novo idioma além do que se está habituado é importante para o desenvolvimento pessoal, cultural e também possibilita mais chances de sucesso profissional.

 

A língua mais falada no mundo

O idioma mais falado e ensinado hoje é o inglês, que está presente em todos os continentes do planeta, na maior parte das coisas que vemos, ouvimos e consumimos, sendo indispensável no que se diz respeito à economia, política, turismo e telecomunicações.

Idioma oficial de no mínimo 55 países, o inglês é a primeira língua de mais de 400 milhões de pessoas em todo o mundo, e utilizado como segunda língua por quase 500 milhões de pessoas.

 

Surgimento do idioma

O idioma que surgiu na Grã-Bretanha, na Idade Média, passou por algumas mudanças e variações devido a influência dos sotaques, como é o caso do inglês britânico e do inglês americano, que possuem suas particularidades.

Ele foi incorporado ao nosso vocabulário e exerce uma grande influência sobre a nossa cultura.

 

Aprender inglês pode abrir novas portas

Seja para fazer uma viagem, conseguir uma boa colocação profissional, ler um material acadêmico ou simplesmente para realização pessoal, o conhecimento do inglês é sugerido como o primeiro idioma a ser aprendido por quem busca uma segunda língua.

Países que têm o inglês como língua oficial como os Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália e Irlanda são os mais procurados para intercâmbios estudantis, principalmente, por brasileiros que buscam o aperfeiçoamento na língua e novas experiências.

 

Inglês: diferencial essencial para sua carreira

O mercado de trabalho tem exigido cada vez mais dos profissionais.
Com a globalização, a relação entre os países se estreitou, originando novos negócios e parcerias entre o ramo internacional, estimulando a exigência sobre o conhecimento em línguas estrangeiras.
No Brasil, pesquisas revelam que o domínio de um segundo idioma pode gerar um ganho salarial de 60% a mais em relação à uma pessoa que domine apenas um idioma. A fluência em inglês hoje é um diferencial bastante competitivo, já que apenas 3% da população afirma possuir conhecimento de fala e escrita nesta língua.

 

E aí, ficou inspirado? Deixe seu comentário contando sobre a importância do inglês para você.

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Componentes da Inteligência Emocional: conheça!

Inteligência emocional é de extrema importância para o desenvolvimento pessoal e profissional de uma pessoa porque pode ser um grande aliado para lidar com os desafios do cotidiano.

Neste texto, trazemos os quatro componentes principais da inteligência emocional que podem auxiliar você a se tornar um profissional ainda mais completo, eficiente e seguro de si.

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