Category: Responsabilidade Social

Salário emocional: Veja como manter seus colaboradores motivados!

Salário emocional: você sabe o que é?

É de conhecimento geral que o salário é algo indispensável quando se trabalha em algum lugar. 

No entanto, existe um tipo de remuneração que não está prevista na lei, mas também é muito importante no ambiente de trabalho: o salário emocional.

Esse tipo de gratificação vem se tornando cada vez mais comum em organizações do mundo todo, demonstrando, assim, que um profissional motivado não é necessariamente aquele que tem um retorno financeiro tão significativo.

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Setembro amarelo: Como manter a saúde mental no ambiente de trabalho?

O Setembro amarelo é uma campanha que se popularizou muito ao longo dos últimos anos e, mesmo sendo recente, impactou drasticamente muitas empresas e instituições. 

A relação entre a campanha de combate ao suicídio e o ambiente profissional vem sendo cada vez mais discutida. Isso porque, a maioria das pessoas passa mais tempo no trabalho do que em casa com suas famílias. 

Por isso, empresas e organizações devem oferecer boas condições de trabalho e ficar atentas quanto ao comportamento de seus colaboradores, como forma de preservar-lhes a saúde mental.

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Novembro Azul e o impacto na cultura de sua empresa

O mês de novembro é marcado pela campanha de conscientização sobre o câncer de próstata, segundo tipo de câncer que mais afeta homens em todo o mundo.  O Instituto Nacional do Câncer (Inca), afirma que a doença atinge cerca de 28,6% de homens no Brasil e em 2018 diagnosticou cerca de 66,12 novos casos a cada 100 mil homens.

Homens em geral tendem a negligenciar a própria saúde, o que faz com que o câncer de próstata seja um tabu a ser superado, pois o assunto ainda gera medo e preconceito.

O Novembro Azul é uma ação mundial para a conscientização do combate ao câncer de próstata.

Alertar os colaboradores sobre os cuidados com a saúde deve envolver toda a equipe e cabe ao RH o papel de construir ações preventivas sobre o Novembro Azul.

 

Origem da Campanha

A campanha do Novembro Azul surgiu na Austrália, em 2003 com o objetivo de conscientizar sobre os índices de casos de câncer de próstata e a necessidade de prevenção, aproveitando o Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata que já era realizado em 17 de novembro.

Em 2014, a campanha chegou ao Brasil, ao iluminar pontos turísticos do país. Mesmo com ações durante o mês, o exame de próstata que é método mais eficaz no diagnóstico de anomalias na próstata, ainda sofre preconceito.

 

Fatores de Risco

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia, homens a partir dos 50 anos devem ficar atentos a saúde da próstata e pessoas com histórico familiar da doença, principalmente em parentes de primeiro grau antes dos 60 anos fazem parte do grupo de risco. Estudos recentes revelam que homens com sobrepeso tendem a desenvolver o câncer.

O ideal é incentivar que os exames de prevenção sejam realizados (exame PSA e do exame de toque retal) a partir de 40 anos de idade. Diagnósticos que são feitos cedo aumentam as possibilidades de tratamento e chances de cura.

 

Prevenção

Hábitos saudáveis como uma alimentação equilibrada, rica em fibras, frutas, verduras, legumes e com pouca gordura diminuem o risco do desenvolvimento do câncer e também de doenças crônicas não-transmissíveis.

Aliado a isso, a prática de atividades físicas regulares, a diminuição do consumo de álcool e cigarro e o peso corporal adequado auxiliam na prevenção.

 

Ações para aderir ao Novembro Azul

Para que haja uma abordagem efetiva do tema é necessário incentivar os colaboradores a superarem preconceitos e fazerem os exames necessários, além de adotarem hábitos preventivos.

Aborde os sintomas
A conscientização é o fator principal no combate ao preconceito e no esclarecimento de dúvidas. O câncer de próstata tem evolução silenciosa em sua fase inicial e muitos pacientes não apresentam sintomas, o que prejudica o diagnóstico precoce.
Em fases mais avançadas, quando há um crescimento do tumor, alguns sintomas podem ser notados:
– dificuldade de urinar;
– necessidade de urinar mais vezes ao dia;
– dor nos ossos;
– infecção generalizada (em casos graves);
– insuficiência renal (em casos mais avançados).

Promova momentos de discussão
Estatísticas apontam que algum colaborador teve ou conhece alguém com diagnóstico de câncer de próstata. Falar sobre estes casos na empresa é uma maneira de fazer com que a equipe reflita e fique mais atenta.

Convide médicos, psicólogos e pessoas que superaram o câncer para falar sobre o assunto.

Para isso, é preciso evitar a exposição de pessoas que não se sentem à vontade em contribuir, deixando a equipe confortável para falar sobre o assunto. Conversas com a equipe são uma maneira de demonstrar preocupação com o bem-estar e a saúde de todos, além de possibilitar a troca de experiências, o aprendizado e técnicas preventivas.

Realize o dia azul na sua empresa
Em Caxias do Sul Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata peça que todos vistam uma peça de roupa azul, distribua panfletos informativos sobre os principais sintomas e prevenção, adesivos e decore a empresa. Estas ações mesmo que pareçam simples promovem um debate sobre o tema entre os colaboradores.

Cabe ao departamento de Recursos Humanos investir na temática dentro da empresa para contribuir com a saúde dos colaboradores e esclarecer dúvidas sobre a doença. O Outubro Rosa unido ao Novembro Azul são campanhas de extrema importância à serem realizadas pelas empresas.

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Outubro Rosa: vamos falar sobre câncer de mama no trabalho?

O câncer de mama é o tumor maligno que mais mata mulheres no Brasil e no mundo, depois do câncer de pele. Neste ano, o INCA (Instituto Nacional de Câncer) registrou a estimativa de que cerca de 59.700 novos casos tenham sido diagnosticados, sendo 56 casos a cada 100 mil mulheres.

Dos diagnósticos de câncer em mulheres, 25% dos casos são do câncer de mama.

Um estudo feito pelo Hospital do Câncer de Barretos revelou que nos últimos 14 anos, a taxa de mortalidade entre as mulheres caiu cerca de 42,85% em decorrência de diagnósticos precoces e exames preventivos, como a mamografia e o autoexame feito na mama.

No mês de outubro, a conscientização sobre os riscos e o combate ao câncer de mama deve ser discutida no ambiente de trabalho, afinal, o câncer não escolhe cor, idade ou cargo.

 

Ações sobre o outubro Rosa

Mesmo sendo um tabu no meio empresarial, homens e mulheres devem ser estimulados a participar das atividades alusivas ao mês, permitindo que os colaboradores estejam preparados para auxiliar uns aos outros.

Algumas ações podem ser adotadas para incentivar a participação dos funcionários:

– Faça o dia Rosa com a sua equipe, onde todos possam participar vestindo algo rosa;

– Distribua materiais de orientação e conscientização;

– Faça uma decoração com o tema do mês no ambiente de trabalho;

– Promova palestras motivacionais com médicos, psicólogos e mulheres que venceram a doença;

– Estimule a realização de trabalhos voluntários com organizações que combatem e previnem o câncer;

– Incentive a prática de exercícios físicos e ginástica laboral;

– Estimule a realização de exames preventivos entre as colaboradoras;

– Abra um espaço para o diálogo entre os colaboradores;

 

Benefícios para a sua empresa

A campanha deve ser adotada por meio dos RHs das empresas, conscientizando os funcionários a se informarem e adotarem ações preventivas, proporcionando grandes benefícios para a equipe:

– Gerando mais engajamento entre o grupo;

– Reduzindo os níveis de estresse no trabalho;

– Aproximando as pessoas através da empatia;

– Humanizando as ações tomadas pelos gestores;

– Estimulando o autocuidado entre os funcionários.

 

A prevenção é o melhor remédio

Cerca de 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados apenas adotando hábitos saudáveis como a prática de exercícios físicos e uma alimentação balanceada.

Mulheres de todas as idades podem realizar o autoexame uma vez por mês fora do período menstrual. Qualquer alteração perceptível nas mamas pode ser um indicativo de problemas graves, por isso, procure um médico.

A mamografia é obrigatória após os 40 anos de idade, e através dela é possível detectar nódulos imperceptíveis, que não podem ser identificados no autoexame.

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Discriminação de gênero em vagas de emprego

Anúncios de vagas de emprego costumam especificar algumas características ditas como essenciais para a função e a empresa contratante. Com frequência encontramos vagas que já estão direcionadas a um público específico e até mesmo profissionais competentes deixam de ser selecionados por não preencher aos requisitos.

Provavelmente, você deve ter lido algo do tipo: “Vagas somente para homens”, “Contrata-se vendedoras acima de 25 anos”, “Supervisor de vendas – currículo com foto” ou “Empregada doméstica sem filhos”.

Muitas vezes, as empresas ao contratarem uma assessoria de RH destacam atribuições para pré-selecionar um determinado perfil.

De acordo com a Constituição Federal, esses requisitos em anúncios são ilegais e suscetíveis a processos judiciais. São consideradas discriminação:

  • Ao sexo (art. 5º, inciso I e art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • À cor (art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • À origem – estrangeiros (caput do art. 5º, da CF-88)
  • À idade – (art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • À religião – (art. 5º, inciso VIII, da CF-88)
  • Violação à intimidade e à vida privada – normalmente nas entrevistas (art. 5º, inciso X, da CF-88)
  • Estado Civil – (art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • Admissão de trabalhador portador de deficiência (art. 7º, inciso XXXI, da CF-88)
  • Ao trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos (art. 7º, inciso XXXII, da CF-88)
  • À sindicalizados (art. 5º, incisos XIII, XVII, XX e XLI, da CF-88).
  • À opção sexual (art. 7º, inciso XXX, da CF-88)
  • À raça (art. 3º, inciso IV, da CF-88)

A empresa tem a possibilidade de contratar o profissional que atenda aos critérios técnicos que a função exige, desde que a seleção e o recrutamento não sejam discriminatórios.

 

Discriminação em cargos de liderança

Um dos setores onde mais ocorre discriminação por sexo é o corporativo. Dificilmente encontramos mulheres ocupando posições de destaque neste ramo. Os recrutadores dão preferência para homens em cargos de presidência, alegando que as mulheres com uma certa idade deixarão a carreira em segundo plano em decorrência de família e filhos.

No setor da engenharia, a participação feminina é baixa e raramente em cargos de gestão, o que ocasiona a desistência de muitas estudantes no ramo por falta de representatividade.

Cargos de chefia associados à homens altos, magros e brancos já não fazem mais parte da realidade de muitas empresas.

Oferecer chances iguais de desenvolvimento profissional para ambos os sexos deveria ser um critério essencial.

Estudos revelam que companhias com mais diversidade tendem a ser inovadoras e apresentam resultados financeiros melhores.

O ambiente de trabalho deve se tornar inclusivo na prática, começando pela liderança empresarial.

 

Comparação entre os sexos

Uma pesquisa feita pelo LinkedIn em parceria com a Bain & Company revelou que as mulheres são:

» 1,7 vez mais propensas a não ser consideradas para uma oportunidade porque são vistas como não flexíveis ou com baixo comprometimento

» 1,6 vez mais propensas a receber remuneração menor do que os homens em posições semelhantes

» 1,5 vez mais propensas a não ser consideradas para uma posição/oportunidade por conta de diferenças no estilo de liderança ou de relacionamento interpessoal

 

Conclusão

É muito importante que os contratantes estejam atentos as leis antes de divulgar uma oportunidade de trabalho, pois além de perder oportunidades de contratar bons profissionais as empresas ainda podem sofrer processos por discriminação.

Se você precisar de ajuda para sua contratação entre em contato conosco

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A criminalização da homofobia no ambiente de trabalho

Combater a homofobia no ambiente de trabalho é um grande desafio para os gestores, principalmente por existir uma cultura que trata o assunto como brincadeira, sem a preocupação do impacto negativo que tais ofensas podem causar aos colaboradores e a produtividade da empresa.

O ambiente de trabalho é o lugar onde passamos grande parte do dia e até mesmo da vida. Ter um ambiente saudável e de respeito às diferenças é o mínimo a ser oferecido ao colaborador, pois é no ambiente de trabalho que convivemos com os mais variados tipos de pessoas, e o mesmo deve oferecer segurança para que cada um possa desempenhar sua função da melhor forma possível.

Com frequência, encontramos ou vivenciamos relatos de pessoas que são discriminadas, injuriadas e oprimidas por colegas ou até mesmo empregadores que não sabem conviver com as particularidades do outro.

A Constituição Federal, defende a promoção do bem de todos sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

Um dos grupos minoritários que sofre com a discriminação em ambientes corporativos é o público LGBTI+.

Segundo o Center For Talent Innovation, 61% dos colaboradores LGBTI+ escondem sua sexualidade ou identidade de gênero no ambiente de trabalho. Muitas pessoas não revelam sua opção sexual na entrevista por medo de rejeição de um recrutador preconceituoso.


Criminalização da Homofobia


No Brasil, o Supremo Tribunal Federal decidiu no dia 13/06 permitir a criminalização da homofobia e da transfobia na lei dos crimes de racismo até que o Congresso aprove uma norma específica.

Conforme a decisão da Corte:

  • “praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito” em razão da orientação sexual da pessoa poderá ser considerado crime;
  • a pena será de um a três anos, além de multa;
  • se houver divulgação ampla de ato homofóbico em meios de comunicação, como publicação em rede social, a pena será de dois a cinco anos, além de multa;
  • a aplicação da pena de racismo valerá até o Congresso Nacional aprovar uma lei sobre o tema.

 

A Lei nº 7.716, que criminaliza o racismo, define os crimes resultantes de preconceito de raça ou cor. De acordo com a corrente majoritária, a homofobia e a transfobia devem ser enquadradas no artigo nº 20, que prevê pena de prisão para quem praticar, induzir ou incitar a discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional.

 

Um levantamento feito pela Out Now Consulting, no Brasil, revelou como a população LGBTI+ se sente no ambiente de trabalho. Os dados de 2016 apontam que cerca de 9,5 milhões de brasileiros fazem parte deste grupo.
– 25% dos entrevistados já foram assediados no trabalho por causa de sua orientação sexual;
– 36% conseguem assumir sua condição com os colegas de trabalho, enquanto, 19% dizem que não é possível revelar sua sexualidade para todos na empresa.
– 1,2 milhões de brasileiros LGBTI+ não puderam consumir algum produto ou serviço por preconceito do vendedor ou fornecedor.

 

Ações para combater a homofobia no ambiente de trabalho


Os processos seletivos são a porta de entrada para que o trabalhador conheça os valores e a política da empresa. Já no início, ele deve se sentir confortável para ser quem é no local de trabalho.

  1. Para combater a homofobia no ambiente de trabalho, é necessário promover dentro dos ambientes corporativos um clima respeitoso e inclusivo para que os colaboradores possam desempenhar suas tarefas de maneira segura, longe de constrangimentos. Viver em um local amigável impacta diretamente no desempenho e produtividade das equipes.
  1. O colaborador deve ter em seu empregador alguém de confiança, que defenda seus direitos e que tenha livre acesso para recorrer a ele em situações de discriminação, independente do teor da mesma.
  1. Ações de comunicação e a promoção de diálogos que explicitam o posicionamento da empresa a favor da diversidade contribuem muito para a construção de um ambiente saudável.

 

Além disso existem ações simples que certamente vão reduzir os casos de homofobia nas empresas:

  • acolher e fortalecer os colaboradores que se isolam do grupo por ter comportamento diferente do padrão.
  • promover um debate franco sobre a necessidade do respeito as diferentes orientações sexuais.
  • reprimir ou impedir os comentários preconceituosos entre os colaboradores.
  • O gestor deve dar opinião sobre o tema apenas no final das discussões.
  • apresentar aos colaboradores dados e pesquisas socioculturais sempre que possível.
  • propor atividades que favoreçam a participação dos mais tímidos.
  • manter a discussão genérica, sem se intrometer na intimidade.
  • convidar os colaboradores, sempre que possível, a participar de um bate-papo sobre homofobia e diversidade sexual no ambiente de trabalho.

Ainda há muito a fazer, as empresas estão dando os primeiros passos acerca da homofobia. O importante é promover ações inclusivas que integrem a família e as empresas proporcionando um ambiente em que não existem diferenças e que o respeito sempre prevaleça.

 

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